“O nosso objetivo é apoiar cada vez mais…”

Quando assumiu a gerência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Nova de Cerveira? Assumi a gerência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Nova de Cerveira há cerca de 4 anos. Já tinha estado anteriormente com funções de sub-gerente nas agências da CGD em Caminha e na sede em Viana do Castelo. Como é que quem tem funções tão importantes como essa olha para os seus clientes? Sem clientes, os bancos não existiriam. A atividade comercial de um banco só subsiste com a existência de clientes. Como tal, tentamos prestar um serviço de excelência, indo de encontro àquilo que são as necessidades reais e quotidianas dos nossos clientes. Cabe-me a mim e à minha equipa representar o maior Banco português em Vila de Cerveira.   Sente-se com a missão cumprida ou quer realizar mais? O meu lema de vida aplica-se tanto no campo pessoal, como no profissional: relacionar-me bem com os outros, vivendo o dia-a-dia com alegria, tentando fazer sempre melhor. Como profissional, visto a camisola da Caixa e dou o meu melhor diariamente. A nossa missão nunca está cumprida, o mundo gira a uma velocidade vertiginosa e estamos continuamente a aprender. Costuma-se dizer que toda a gente tem um dia D. Qual foi o episódio mais decisivo para si? O meu primeiro dia como gerente em Cerveira. O peso da responsabilidade é grande mas tem valido a pena. Tenho aprendido muito com as gentes desta terra lindíssima. A Vila das Artes. Como podem os bancos contribuir para o incremento da inovação no mundo dos negócios?  Através da inovação e o aperfeiçoamento contínuos na prestação de serviços na banca de retalho, a principal área de negócio. Também a abertura de novos canais de contacto com os clientes facilita o acesso aos serviços. Qual a política e os instrumentos concretos da CGD para esta área?  A Caixa Geral de Depósitos tem orientado e expandido a sua atividade para as áreas de negócio com maior potencial do crescimento e de rendibilidade.     A promoção da utilização das novas tecnologias pelos clientes e pelos colaboradores tem aumentado a qualidade do serviço prestado e vem reduzindo os custos operacionais.    A Caixa Geral de Depósitos tem reforçado a gestão relacional e tem apostado na melhoria da experiência do cliente, através da disponibilização de mais meios e funcionalidades de interação com os clientes, nomeadamente ao nível dos canais digitais e mobile banking. Exemplos disso são a criação da plataforma de negociação cambial, que se traduziu num incremento das funcionalidades no âmbito do comércio externo das empresas. E o incremento do nível de serviço de opções de intermediação financeira no segmento de particulares (Caixadirecta).   A inovação deve ser afetada, sobretudo, ao mercado da exportação? A inovação deve estar sempre presente na mente dos nossos empresários, quer seja para mercado interno, quer para mercados externos.      Os mercados estrangeiros são mais competitivos e se as nossas empresas não souberem inovar e apostar em novos produtos, com certeza ficaremos para trás. Existem já hoje exemplos excelentes de empresas que exportam os seus produtos e serviços, apostando na qualidade e na inovação. Quais os setores de atividade em que a associação à inovação é mais prometedora?  Os desafios hoje em dia são enormes e a inovação deve estar presente em todos os setores de atividade. Parar é morrer e a grande aposta de Portugal deverá passar pelo turismo e no desenvolvimento de tecnologia capaz de otimizar os produtos tradicionais do nosso país. Há empresas de setores tradicionais a darem esse primeiro passo e as que já o tinham feito estão a aumentar a sua componente internacional. O nosso objetivo é apoiar cada vez mais empresas no caminho da internacionalização e ajudá-las a ganhar quota de mercado.  
Sandra Vicente

Quando assumiu a gerência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Nova de Cerveira?

Assumi a gerência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Nova de Cerveira há cerca de 4 anos. Já tinha estado anteriormente com funções de sub-gerente nas agências da CGD em Caminha e na sede em Viana do Castelo.

Como é que quem tem funções tão importantes como essa olha para os seus clientes?

Sem clientes, os bancos não existiriam. A atividade comercial de um banco só subsiste com a existência de clientes. Como tal, tentamos prestar um serviço de excelência, indo de encontro àquilo que são as necessidades reais e quotidianas dos nossos clientes. Cabe-me a mim e à minha equipa representar o maior Banco português em Vila de Cerveira.

Sente-se com a missão cumprida ou quer realizar mais?

O meu lema de vida aplica-se tanto no campo pessoal, como no profissional: relacionar-me bem com os outros, vivendo o dia-a-dia com alegria, tentando fazer sempre melhor. Como profissional, visto a camisola da Caixa e dou o meu melhor diariamente. A nossa missão nunca está cumprida, o mundo gira a uma velocidade vertiginosa e estamos continuamente a aprender.

Costuma-se dizer que toda a gente tem um dia D. Qual foi o episódio mais decisivo para si?

O meu primeiro dia como gerente em Cerveira. O peso da responsabilidade é grande mas tem valido a pena. Tenho aprendido muito com as gentes desta terra lindíssima. A Vila das Artes.

Como podem os bancos contribuir para o incremento da inovação no mundo dos negócios?

Através da inovação e o aperfeiçoamento contínuos na prestação de serviços na banca de retalho, a principal área de negócio. Também a abertura de novos canais de contacto com os clientes facilita o acesso aos serviços.

Qual a política e os instrumentos concretos da CGD para esta área?

A Caixa Geral de Depósitos tem orientado e expandido a sua atividade para as áreas de negócio com maior potencial do crescimento e de rendibilidade.

A promoção da utilização das novas tecnologias pelos clientes e pelos colaboradores tem aumentado a qualidade do serviço prestado e vem reduzindo os custos operacionais.

A Caixa Geral de Depósitos tem reforçado a gestão relacional e tem apostado na melhoria da experiência do cliente, através da disponibilização de mais meios e funcionalidades de interação com os clientes, nomeadamente ao nível dos canais digitais e mobile banking. Exemplos disso são a criação da plataforma de negociação cambial, que se traduziu num incremento das funcionalidades no âmbito do comércio externo das empresas. E o incremento do nível de serviço de opções de intermediação financeira no segmento de particulares (Caixadirecta).

A inovação deve ser afetada, sobretudo, ao mercado da exportação?

A inovação deve estar sempre presente na mente dos nossos empresários, quer seja para mercado interno, quer para mercados externos.

Os mercados estrangeiros são mais competitivos e se as nossas empresas não souberem inovar e apostar em novos produtos, com certeza ficaremos para trás. Existem já hoje exemplos excelentes de empresas que exportam os seus produtos e serviços, apostando na qualidade e na inovação.

 

Quais os setores de atividade em que a associação à inovação é mais prometedora?

Os desafios hoje em dia são enormes e a inovação deve estar presente em todos os setores de atividade. Parar é morrer e a grande aposta de Portugal deverá passar pelo turismo e no desenvolvimento de tecnologia capaz de otimizar os produtos tradicionais do nosso país. Há empresas de setores tradicionais a darem esse primeiro passo e as que já o tinham feito estão a aumentar a sua componente internacional. O nosso objetivo é apoiar cada vez mais empresas no caminho da internacionalização e ajudá-las a ganhar quota de mercado.

 

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